segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Caso Suely: Professor sai da prisão
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Caso Suely: Advogado entra com pedido Hábeas Corpus
O advogado contratado pela família de Sidnei Costa, principal suspeito da morte da universitária Suely Santos, encontrada morta no dia 15 de novembro/08, na rodovia BR 356, entre Eugenópolis-MG e Muriaé-MG, entrou com pedido de Hábeas Corpus pedindo a revogação da prisão temporária de seu cliente. O pedido foi encaminhado na terça-27, à Justiça. Segundo o advogado, Adonias José da Luz, que veio de São Paulo para defendê-lo, "algumas informações apresentadas à Juíza Dra. Lêda Carneiro, de Eugenópolis, que emitiu o mandado de prisão de Sidnei, não são verdadeiras e nem incriminadoras”. O documento que pede a soltura de Sidnei está em apreciação do Ministério Público e o resultado poderá sair até amanhã. Caso o pedido de revogação da prisão não seja aceito pela juíza, o advogado promete ingressar no Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. O suspeito está preso desde o dia 15 de janeiro, quando teve prisão decretada por 30 dias.
Fonte: Jornal Muriaé
sábado, 24 de janeiro de 2009
Suspeito pela morte de universitária continua preso em Eugenópolis
O acusado, preso na quinta-feira (15), está em uma cela com direito a TV, mas isso não é um privilégio dele, já que todas as celas da delegacia possuem tal aparelho. Entretanto, o diploma de ensino superior confere a Sidnei o direito de não ter contato com os demais presos, fazendo o seu banho de sol em horário diferenciado.
O advogado do suspeito já esteve na delegacia, teve uma conversa informal e vai agora acompanhar o inquérito. Sidnei prestou depoimento no dia 22 de dezembro, as principais contradições encontradas a partir daí, serão expostas à ele para que Sidnei possa então explicá-las.
De acordo com Dr. Bruno Sales, o suspeito apresentou, nesses dias de prisão temporária, bom comportamento.
O suspeito deve ficar detido por mais 20 dias, quando termina o período da prisão temporária decretada pela Justiça. Mas, a temporária pode ser prorrogada por mais 30 dias.
Investigação
Como informou Dr. Bruno Sales Matos as investigações continuam. Ele ainda explicou que como a vítima era de Muriaé algumas diligências serão feitas no município. Essa semana, o agente de Polícia Civil de Muriaé Flávio Vilhena e o delegado Dr. Rangel Martino O. Paiva ouviram, mais uma vez, uma testemunha, considerada peça importante nas investigações do assassinato da universitária. A testemunha teria acrescentado dados como a marca e a cor do carro que deu entrada no motel no dia do crime.